Versões do amor: a lógica nas parcerias amorosas
ter., 02 de set.
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Horário e Local
02 de set. de 2025, 19:30 – 25 de nov. de 2025, 21:00
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Sobre o evento
“Não há relação sexual” é um dos aforismos mais famosos de Lacan. Com ele, a psicanálise revela o impossível da complementariedade, o que contraria todas as fórmulas idealizadas do amor. A matemática do amor é inexata; numa relação a dois, por exemplo, estamos sempre em trio: somos nós, nosso(a) parceiro(a) e nosso fantasma, a lente pela qual vemos o mundo e a a qual construímos os significados de amar e ser amado.
No entanto, embora não haja fórmula, há sempre uma lógica que se repete nas nossas parcerias, mesmo quando trocamos de parceiro(a).
A psicanálise caminha na contracorrente das nomeações generalistas que a cultura nos oferece, mas, para isso, ela precisa estar atenta a esses nomes.
Lovebombing, Gaslighting, ghosting, benching, poliamor, relações abertas ou fechadas, parceiros narcisistas, floodlighting... os termos são plurais e tentam condensar a multiplicidade das formas de amar, mas, às vezes, acabam achatando a experiência amorosa, uma…


